Vôlei de praia

Mari Paraíba deixa carreira de modelo para trás e sonha com Olimpíadas do Rio em 2016

Musa disse que ainda está se acostumando com os fundamentos do vôlei de praia
21/08/2013 10:17 - Atualizado em 21/08/2013 15:46
Por Thiago Mendes
RIO

Quando abandonou as quadras e ficou longe do vôlei por quase um ano, Mari Paraíba seguiu nos holofotes, mas por conta de alguns trabalhos como modelo. Capa da Playboy de julho do ano passado, a musa, porém, não resistiu. Dizendo “eu saio do vôlei, mas o vôlei não sai de mim”, ela escolheu as areias para retornar ao esporte e agora não pensa mais nas lentes e passarelas. O foco mudou e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, entraram na mira.

- Fiz aquele trabalho, mas minha vida é o vôlei. Não consigo ficar longe. É minha paixão. Eu tentei sair dele, mas ele não saiu de mim – confessou, em bate papo exclusivo com o ahe!.

Longe da elite e da seleção brasileira, Mari Paraíba sabe que tem um longo caminho a percorrer. Isso, no entanto, não desanima a atleta, que garante estar focada em “correr por fora” e garantir uma vaga para 2016.

- Estou muito empolgada, motivada e ansiosa para começar logo o circuito brasileiro. Quero muito me dedicar nas etapas para chegar ao meu objetivo, que é estar nas Olimpíadas do Rio. Eles (CBV) estão acreditando muito em mim e nessa minha transição da quadra para a praia.

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Pronta para começar a temporada ao lado da parceira Natasha, ela ainda tenta se adaptar à novidade. Mari Paraíba diz que nomenclaturas como “qualifying” ainda não estão 100% incorporadas ao seu vocabulário.

Mari Paraíba revelou sonho em estar nos Jogos de 2016 - Thiago Mendes/ahe!
- Estou começando a entender as coisas da praia apenas agora. Faz duas semanas que fui descobrir o que é qualifying. Então é tudo muito novo para mim. Não sei dizer se um formato é bom ou não se não vivi o anterior, entende? Então eu estou em compasso de espera, vamos ver no que vai dar.

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E não são os nomes e peculiaridades do vôlei de praia que são novidade. Mari Paraíba diz que os fundamentos e a movimentação são bem diferentes daqueles que ela fazia na quadra.

- O vôlei de praia é bem diferente. Até mesmo os fundamentos. Qualquer segundo de atraso ou movimento errado, não tem perdão, você perde o ponto. Aos poucos vou adquirindo tempo de jogo. Não tem jeito, evolução precisa vir com o tempo e jogos – disse.

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