Tênis de mesa

Modalidade ganha reforço para alcançar meta estipulada por presidente da CBTM

Mandatário Alaor Azevedo trabalha para o país contar com dois mesatenistas entre os 50 melhores do ranking mundial até os Jogos Olímpicos de 2016
10/07/2013 08:55 - Atualizado em 10/07/2013 09:18
Por ahe!
RIO

Com a “missão” de ter dois atletas entre os 50 melhores do ranking mundial até os Jogos Olímpicos de 2016, as seleções brasileiras de tênis de mesa seguem ganhando reforços. Nesta terça-feira, o presidente da Confederação Brasileira (CBTM), Alaor Azevedo, anunciou nessa terça-feira, em seu blog, a contratação de mais quatro profissionais de alto nível para ajudar na evolução da modalidade.

O francês Charles Bourget, especialista em análise de desempenho por imagens, o preparador físico Mikael Simon, o ex-campeão do mundo Jean-Philippe Gatien e o sueco Peter Karlsson vão se juntar a equipe de trabalho do tênis de mesa no país.

- Os últimos resultados que conseguimos em eventos internacionais não foram tão expressivos por acaso, muito menos por sorte. A Confederação Brasileira tem trabalhado incessantemente para alcançar suas metas e a principal delas é ter dois atletas entre os 50 melhores do ranking até os Jogos de 2016. Partindo deste princípio fomos atrás do que há de melhor entre os profissionais do tênis de mesa mundial - explicou Alaor.

Brasileiros já contam com boa estrutura

O presidente Alaor Azevedo conta com o apoio de Carlos Arthur Nuzman - Divulgação/CBTMAtualmente, os brasileiros já contam com a experiência de especialistas estrangeiros como o cubano Francisco Arado, o Paco, que atua em São Caetano, o francês Jean-René Mounie, que comanda a seleção adulta, o português Ricardo Faria, responsável pelo acompanhamento dos atletas da categoria juvenil e pela educação de treinadores, e o consultor Paralímpico Gorazd Vecko, que é esloveno e técnico da Inglaterra.

- A intenção da CBTM não é manter uma equipe de profissionais internacionais permanentemente. A ideia é que esses especialistas venham ao país transmitir o conhecimento. A partir daí, desenvolvermos a modalidade com profissionais do país. Esse conhecimento será repassado a nossos técnicos, que poderão desempenhar um trabalho bem melhor e com mais eficiência - finalizou o presidente Alaor Azevedo.

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